ESCOLHE AS CATEGORIAS
Uma ou várias: música, cinema, teatro, dança, literatura, patrimônio, artes visuais ou cultura popular.
Evoluir a Lei Rouanet · por Kahuê Rozzi
Boas ideias merecem acontecer.
O que é a Minha Rouanet? Uma proposta de sistema inteligente e transparente para equilibrar a forma como o incentivo chega aos projetos culturais. Inteligente porque cruza necessidades e preferências; transparente porque a regra é pública, automática e auditável.

A empresa pode escolher diretamente qual projeto vai apoiar. Isso transforma relacionamento, estrutura comercial e acesso a grandes marcas em vantagem de captação.
A legislação vigente permite apoio direto a projetos previamente aprovados; aprovação não garante captação.
Fonte: Ministério da Cultura ↗Este mapa mostra exemplos simulados, não dados atuais. Escolha um estado para ver uma categoria cultural e quanto um projeto começaria recebendo com o piso escolhido na calculadora.
↓ TOQUE EM UM ESTADO PARA VER O EXEMPLO
Uma ou várias: música, cinema, teatro, dança, literatura, patrimônio, artes visuais ou cultura popular.
O dinheiro financia os projetos aprovados daquela categoria com piso, complemento e teto.
Em vez de aparecer em um único nome, a empresa aparece em todos os projetos financiados naquela categoria.
TESTE A IDEIA
Escolha uma área da cultura. O exemplo inteiro muda com a sua escolha.
A empresa escolhe música, não escolhe um nome. A marca aparece em todos os projetos financiados pelo fundo dessa categoria.
UM APORTE. MUITOS PALCOS. MUITO MAIS PRESENÇA.A TROCA PARA QUEM PATROCINA
A empresa deixa de concentrar sua marca em um ou dois nomes e passa a aparecer em muitos projetos financiados — grandes, médios, pequenos e iniciantes — espalhados pelo Brasil.
Prestígio concentrado em poucos nomes.
Mais alcance, repetição e presença nacional.
SIMULE A VISIBILIDADE
Exemplo conceitual: as faixas e os valores exatos ainda seriam definidos publicamente.
Escolha um cenário. A calculadora usa os R$ 6,49 bilhões captados em 2024–2025 e responde primeiro se o valor mínimo cabe no fundo.
AJUSTE SE QUISER
Todos os 12.000 projetos recebem pelo menos R$ 100 mil.
Consulte diretamente a base pública do SALIC. A busca abre o resultado oficial em uma nova aba; este site não altera nem interpreta o retorno.
O endpoint anual repete PRONACs e ignora filtros geográficos. Por isso, rankings por estado, artista ou proponente só serão publicados após importação integral, deduplicação e reconciliação com o painel oficial.
SEM JURIDIQUÊS · SEM RESPOSTA INVENTADA
Aqui estão as dúvidas centrais da Minha Rouanet. As respostas explicam exatamente a proposta — sem mudar o conceito e sem criar privilégios novos.
Hoje, a empresa escolhe diretamente qual projeto aprovado vai patrocinar. Na Minha Rouanet, ela escolhe uma área cultural ampla — como música, teatro, dança, cinema ou cultura popular — e uma regra pública distribui o dinheiro entre os projetos aprovados daquela área.
Não. A proposta preserva o incentivo fiscal e amplia o retorno de imagem: em vez de aparecer em poucos projetos escolhidos, a marca passa a aparecer em todos os projetos financiados pelo fundo cultural para o qual contribuiu.
Por faixas públicas de contribuição. Quanto mais a empresa destina ao fundo, maior pode ser sua presença de marca — tamanho do logo, destaque e frequência — sempre seguindo a mesma tabela para todas as empresas.
Porque uma contribuição para música brasileira, por exemplo, pode colocar a marca no grande show, na dupla nova, no artista iniciante, no projeto da periferia e na festa popular. A empresa troca a escolha de um nome por alcance, repetição e presença nacional muito maiores. É troca com troco.
Não. Fama não dá vantagem nem vira punição. O artista famoso e o artista iniciante entram pela mesma porta: projeto aprovado, regra igual, piso possível e teto para impedir concentração excessiva.
Não nesta proposta. Ninguém recebe mais ou menos apenas por morar em determinada região, ser homem ou mulher, ser negro ou branco. O objetivo é retirar o privilégio do contato com o patrocinador e aplicar critérios objetivos ao projeto aprovado.
Não necessariamente. Todos têm a mesma porta de entrada e podem começar com um piso, mas projetos têm tamanhos e custos diferentes. A distribuição considera o orçamento aprovado, a categoria e um teto público — sem negociação particular com a empresa.
Primeiro se calcula quanto existe no fundo e quantos projetos foram aprovados. A regra distribui somente o dinheiro disponível, começa pelo piso e nunca promete mais do que existe. O valor final precisa caber na conta.
Não. O governo verifica se o projeto cumpre as regras, mas a distribuição segue uma fórmula pública e auditável. Tirar a escolha individual da empresa não significa entregar essa escolha a um político.
Ele deixa de ser a porta obrigatória para chegar ao dinheiro. Ainda pode ajudar a escrever, administrar, produzir e prestar contas, mas conhecer alguém dentro de uma grande empresa não decide mais quem consegue executar.
APROVAR E DEIXAR SEM ACESSO